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Conheça os nomes dos vencedores do Concurso promovido pela Revista Fórum e pela Fundação Banco do Brasil
Depois de quatro meses, foram definidos os nomes dos vencedores do Concurso Revista Fórum e Fundação Banco do Brasil Aprender e Ensinar Tecnologias Sociais. Um professor de cada região do país vai ao Fórum Social Mundial de Belém (PA), em janeiro de 2009, participar do evento e de uma oficina sobre tecnologia social, promovida pelos realizadores do evento. São quatro mulheres e um homem, e apenas dois dos vencedores são de capitais.
Conheça os nomes dos vencedores:
Doreni Ricartes Guimarães Tasso, 50 anos, de Campo Grande (MS), professora do Centro Estadual de Atendimento ao Deficiente da Audiocomunicação (Ceada).
Edinalva Pinheiro dos Santos Oliveira, 45 anos, de Arapiraca (AL), professora da Escola de Ensino Fundamental Benjamin Felisberto da Silva.
Rozenilda de Souza, 34 anos, de Boa Vista (RR), professora da Escola Estadual Profº Jaceguai Reis Cunha.
Dulce Siano Rodrigues Oliveira, 40 anos, de Juiz de Fora (MG), professora do Colégio Militar de Juiz de Fora.
Edner Abelini, 31 anos, de Maringá (PR), professor do Colégio Estadual Adaile Maria Leite.
Os vencedores do Concurso ganham uma viagem com passagens e hospedagem incluídas para participar do Fórum Social Mundial de 2009, o Fórum Amazônico, em Belém (PA), de 27 de janeiro a 1º de fevereiro. Além de participar do evento, vão integrar uma oficina em que poderão falar sobre a proposta de atividades apresentada. Os vencedores serão contatados pela equipe da Revista Fórum.
Todos os finalistas receberão um troféu e terão suas atividades divulgadas em um banco de propostas para discutir tecnologias sociais na escola. Os educadores que enviaram a sugestão de atividade devem receber os certificados de participação nos próximos dias.
Iniciado em agosto de 2008, o Concurso foi realizado pela Revista Fórum e Fundação Banco do Brasil, com o objetivo de levar o debate das tecnologias sociais para escolas do ensino fundamental da rede pública. Na primeira fase, os professores se inscreviam e apresentavam uma proposta de atividades para desenvolver na escola. A partir das respostas, foram definidos 10 finalistas por região do país, que foram convidados a prestar mais esclarecimentos.
A análise das respostas dos 50 finalistas foi feita por 15 avaliadores. São eles: Alexandre Akira Takamatsu, do Instituto de Tecnologia do Paraná; Ana Cristina Accioly, educadora, pedagoga e diretora do Instituto Palmas; Eunice Nodari, do Fórum Nacional de Pró-Reitores de Extensão (Forproex); Felipe Pinheiro, representante da Articulação no Semi-Árido Brasileiro (ASA) no Comitê Coordenador da Rede de Tecnologia Social (CC/RTS); Ghislane Duque, professora da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) e membro da ASA; Lana Pires, gerente da área de Segurança Alimentar do Ministério de Ciência e Tecnologia (Secis); Luiz Carraza, do Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN); Odilon Guedes, do Instituto Primeiro Plano; Paulo Magalhães, sociólogo e ex-representante da Caixa no CC/RTS; Rodrigo Fonseca, doutorando Unicamp e representante da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) no CC/RTS. Também participaram Anselmo Massad, Brunna Rosa, Glauco Faria e Vanessa Nicolav, da Revista Fórum.
Foram levados em conta cinco critérios, a clareza do conceito de tecnologia social, o envolvimento da comunidade, a interdisciplinaridade, a exeqüibilidade e a reaplicabilidade em outras escolas.